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terça-feira, maio 03, 2011

Como controlar seus gastos e economizar?

Quando o assunto é finanças pessoais, poucas são as pessoas que se sobressaem pela habilidade de controlar o próprio orçamento. Uns gastam demais; outros economizam até o último centavo.



Organizar as contas pessoais é realmente uma tarefa difícil que exige disciplina e um pouco de conhecimento. No dia-a-dia da administração das finanças, a maioria das pessoas parece fazer parte do grupo dos descontrolados, que enfrentam uma enorme dificuldade para poupar e raramente resistem às ofertas nos shopping-centers



Gastar além da renda é o maior problema



Todo mundo deve conhecer alguém, ou você mesmo, que gasta verdadeiras fortunas com roupas caras, jantares nos melhores restaurantes, dirigem carrões e no final do mês não tem dinheiro para pagar o aluguel.



Esse tipo de pessoa sempre entra no limite do cheque especial, paga 10% de juros, mas não abre mão de comprar o modelo mais recente de celular, assinar cinco revistas, TV a cabo, e chegam a gastar R$ 600,00 com a conta do celular.



O publicitário Roberto Costa (nome fictício) teve que promover grandes cortes no seu orçamento. Há seis meses tinha um Audi A3, pagava R$ 2.300,00 de aluguel e condomínio, e gastava R$ 1.000 em restaurantes por mês. Quando perdeu o emprego na agência em que trabalhava tinha apenas R$ 10.000 na conta do banco e tinha que continuar pagando as prestações do carro, de R$ 1.900,00 e o aluguel.



Teve que vender o automóvel e está devendo o aluguel ao proprietário até hoje. "Foi tudo uma ilusão. Com o salário que tinha dava para ter economizado bastante. Acho que tudo começou com o meu pai, que cobria minhas despesas quando não tinha como pagar", explica o publicitário, que ganhava R$ 6.500,00 por mês.



Gastar é bom, porém é preciso ter limites. Em primeiro lugar, você deve saber o quanto pode gastar todo mês, reservando uma parcela de sua renda para ser poupada. Existem casos de gente que costuma ter dez garrafas de champagne na geladeira para receber os amigos, compram todos os imóveis para a casa de uma só vez, viaja todo ano ao exterior, e nem sequer tem um plano de saúde. Quando a situação aperta, eles continuam saindo às compras, mas antes de entrar nas lojas perguntam ao atendente se podem pagar cheque para 30 dias.





Por que é preciso poupar?





Na verdade, você não tem que parar de gastar. A sugestão é apenas controlar seus gastos e não deixar de economizar todos os meses. Muita gente acredita que o momento para poupar é quando sobra um grande volume no fim do mês e fazer investimentos é coisas para quem tem muito dinheiro.


É dessa forma que eles nunca conseguem juntar dinheiro e continuam tendo que recorrer aos amigos e parentes quando surge um buraco nas contas. Poupar é garantir um futuro tranqüilo. Cada real economizado hoje pode valer muito mais no longo prazo. Basta investi-lo corretamente.


A questão-chave do orçamento pessoal é nunca gastar mais do que se ganha. É comum jogar um cheque para o mês seguinte quando a conta corrente está vazia, postergando as responsabilidades. Esse é o grande erro. Só compre à vista, já que em qualquer compra a prazo estão embutidos os juros. Se você não puder comprar agora, espere um pouco até o próximo mês, quando tiver dinheiro. Ter dívidas no Brasil, onde os juros ainda são altos, não é saudável do ponto de vista orçamentário.


Como economizar?


Um segredo para conseguir economizar é estabelecer uma meta, reservando parte de seu salário para ser aplicada. Invista no mínimo 10% do que você ganha mensalmente. Torne isso um hábito e verá que não é difícil economizar. O importante não é economizar muito, mas economizar sempre. Se você ganha R$ 1.000, gaste no máximo R$ 900, já os R$ 100 restantes deverão ser destinados a alguma aplicação.


A representante de vendas Márcia Kirschbaum aprendeu após um grande esforço a controlar seu orçamento. "Não tinha noção de quanto eu gastava e nem conseguia economizar. Tive que sentar um dia e colocar tudo num papel. Só assim comecei a controlar meu dinheiro", conta Márcia, que hoje economiza 25% de sua renda, formada pelo salário e pelas comissões. "Minhas entradas de dinheiro são bem instáveis. Ganho mais nos períodos de coleção e era justo nessa época que estourava minha conta. Agora sei o que entra e o que sai e administro meus investimentos."


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