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sábado, dezembro 17, 2011

Fumo passivo leva crianças a faltarem mais na escola

Mal é associado a maior índice de doenças respiratórias e infecção no ouvido

Crianças que vivem em lares onde são expostas ao fumo perdem mais dias de aula do que aquelas que não convivem com o tabaco, revela estudo realizado pelo Massachusetts General Hospital (MGH). Os pesquisadores descobriram que as crianças expostas têm maiores índices de doenças respiratórias que podem ser causadas pelo fumo passivo, e isso faz com que elas faltem mais na escola - a exposição ao cigarro pode ser causa de um quarto a um terço das faltas na escola entre essas crianças. Os resultados foram publicados na edição online do periódico Pediatrics.

No estudo, adultos responsáveis por 3.087 crianças em idade escolar - entre 6 e 11 anos - responderam a um questionário sobre a saúde geral dos pequenos. As perguntas eram: quantas pessoas fumam dentro de casa, quantos dias de aula a criança perdeu devido a doenças ou lesões durante o ano anterior, se a criança teve três ou mais infecções de ouvido durante o ano anterior, se a criança teve resfriado ou doença gastrointestinal nas duas semanas anteriores ao estudo e, por último, se a criança foi diagnosticada com asma e, caso a resposta fosse afirmativa, se ela teve algum ataque de asma recente.

Das crianças pesquisadas, mais de 14% viviam em lares onde pelo menos uma pessoa fuma em casa - dessas, 8% vivia com uma pessoa que fuma e 6% com duas ou mais. Analisando os dados, percebeu-se que os pequenos que contavam com um fumante tinham a média de 1,06 a mais de faltas na escola, enquanto os que tinham dois ou mais, 1,54 faltas a mais do que aquelas que não conviviam com fumantes em casa.

Doenças associadas à exposição ao tabaco - o que inclui infecções de ouvido e resfriados - somaram 24% das causas de faltas entre crianças que convivem com um usuário de cigarro, e 34% naquelas com dois ou mais usuários. A presença de fumantes em casa não aumentou a incidência de doenças gastrointestinais e também não houve associação com o diagnóstico de asma, tampouco com os ataques. Para os pesquisadores, isso se deve ao fato de que o estudo pode ter incluído um número muito baixo de crianças com asma, já que estudos anteriores já indicaram que a exposição ao fumo é um gatilho para a doença.


Cigarro também leva a problemas de aprendizagem nos pequenos

Outro estudo, também publicado na revista Pediatrics, mostrou que crianças que fumam passivamente em suas casas têm mais chances de desenvolver problemas de comportamento e aprendizagem do que aquelas que estão livres da fumaça do cigarro. A análise foi financiada pela Flight Attendants Medical Research Institute, dos Estados Unidos.

A pesquisa utilizou dados de mais de 55 mil crianças de até 12 anos, que fizeram parte da Pesquisa Nacional de Saúde da Criança de 2007. Desse total, cerca de 6% estava exposta ao fumo passivo dentro de casa. Conversando com os pais, foram identificadas aquelas que haviam sido diagnosticadas com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e quais recebiam tratamento para esse problema. Informações sobre problemas menos agudos de conduta e desenvolvimento escolar também foram coletadas.

Os resultados mostraram que crianças que fumavam passivamente dentro de casa tinham 50% mais chances de desenvolver problemas de comportamento e aprendizagem. Além disso, a maior parte delas apresentava mais de um problema ligado a essas duas vertentes.

Segundo os pesquisadores, também já foi comprovado que fumar passivamente aumenta as chances de ter problemas respiratórios e nos ouvidos. Mesmo assim, muitos pais ainda não têm consciência dos benefícios que ele pode trazer a sua família fumando apenas fora de sua casa.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/

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