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sábado, março 24, 2012

PF prende dupla acusada de fazer apologia a crimes em site

Polícia também investiga a ameaça de massacre de alunos da UnB.

Curitiba. A Polícia Federal (PF) em Curitiba prendeu, ontem, dois homens acusados de manter um site que trazia mensagens de apologia a crimes graves e a violência contra mulheres, negros, homossexuais, nordestinos e judeus, além de incitar o abuso sexual de menores. O site foi retirado do ar. Eles podem responder por racismo, incitação à violência e publicação de material com conteúdo pedófilo.

O técnico de informática Emerson Eduardo Rodrigues, 32, de Curitiba, e Marcello Valle Silveira Mello, 29, de Brasília, eram, segundo a PF, responsáveis pelo domínio, registrado na Malásia. No site, a dupla postava fotos de mulheres ensanguentadas, dizendo que elas mereciam morrer por manterem relações com negros. Em outro post, chamaram de "homem honrado e trabalhador" Lindemberg Alves, condenado a 98 anos de prisão por matar a ex-namorada Eloá, 15, em Santo André (SP).

A PF investiga se eles trocaram mensagens com Wellington Menezes de Oliveira, o atirador de Realengo, antes do massacre de 12 alunos, em abril de 2011.

Segundo o delegado-chefe de Repressão ao Crime Organizado no Paraná, Wágner Mesquita, o cerco se intensificou após duas ameaças postadas no site. "Eles disseram que estavam ‘contando as balas’ para entrarem em uma festa de estudantes de ciências sociais da Universidade de Brasília (UnB) e fizeram ameaças ao deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ).

"A cada dia que passa, fico mais ansioso, ‘conto as balas’, sonho com os gritos de vagabundas e esquerdistas chorando, implorando para viver", diz texto postado em 12 de março. Segundo a PF, no quarto de hotel de Mello em Curitiba, foi apreendido o mapa de uma casa em Brasília onde acontecem festas da UnB.

Mello cursou letras na instituição, mas foi desligado em 2006. Em 2009, foi processado por racismo na internet ao ofender, quatro anos antes, colegas favoráveis às cotas raciais. A defesa alegou insanidade mental, e ele foi absolvido. Segundo Mesquita, a PF apura a participação de Mello em um homicídio no Distrito Federal. "São pessoas desequilibradas, mas que levavam a vida dentro da normalidade. Trabalhavam com informática, e o Emerson era casado". A reportagem não obteve contato com os advogados dos acusados.

Fonte: http://www.otempo.com.br

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