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quinta-feira, março 08, 2012

Preso em serviço por molestar gestante

Agente de coleta teria pegado nos seios de mulher em "visita".

DAYSE RESENDE
falesuper@supernoticia.com.br

Um funcionário de uma empresa de transportes, identificado como Davi Roberto, de 29 anos, foi preso, na tarde ontem, no bairro Filadélfia, em Betim, na região metropolitana, suspeito de estuprar uma grávida de 21 anos. Segundo os militares do 33º batalhão, o homem, que trabalha como agente de coleta de substância orgânica há cinco anos, cometeu o crime durante o serviço.

Ele teria tocado a campainha da casa de uma mulher e, com a desculpa de avaliar se havia leite nos seis dela, teria abusado sexualmente da vítima. Segundo a nova lei, não é preciso consumar o ato sexual para configurar o estupro. "A vítima contou que Davi já havia visitado sua casa para fazer coleta algumas vezes. Mas, hoje (ontem), ele falou que iria precisar fazer alguns exames de toque. Como esse é um procedimento de rotina feito por alguns enfermeiros, ela autorizou, mas, ao perceber que os seus comentários eram abusivos, tentou ligar para um familiar", contou o sargento Santos.

Quando Davi pediu para ir ao banheiro, a gestante conseguiu acionar a polícia. "Como averiguamos, o banheiro estava sujo e havia sinais de masturbação na tampa do vaso", ressaltou o sargento.

Após deixar a residência, o funcionário foi para a empresa, de onde foi chamado via telefone por seu gerente. No local, ele foi detido por policiais militares, que já o aguardavam.

A vítima, que preferiu não se identificar, confirma que Davi cometeu o crime.

"Ele foi à minha casa e, como já o conhecia de outra visitas, autorizei que ele fosse ao banheiro. Mas, depois que saiu, tentou me agarrar e disse que meu peito era bonito. Além disso, perguntou se eu fazia sexo todos os dias com o meu marido", disse a mulher.

Já Davi, que seria levado para a Delegacia de Polícia Civil da cidade, disse que as acusações não procedem.

"Sou casado e trabalho na empresa há cinco anos fazendo esse tipo de serviço. Nunca tive nenhum problema desse tipo. Só orientei a moça a doar o seu leite quando ganhasse o bebê e pedi para usar o banheiro".

Fonte: http://www.otempo.com.br

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