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quarta-feira, outubro 26, 2011

Mãe agride filho de 17 anos que levou arma para escola

Após ser chamada por diretora, mulher se revoltou contra o adolescente e o esbofeteou na frente de colegas e professores.

JAQUELINE ARAÚJO
jaqueline.araujo@supernoticia.com.br


Após ser chamada na escola onde o filho de 17 anos estuda porque o garoto havia entrado armado no colégio, a mãe do adolescente o agrediu na frente de colegas e professores. O fato inusitado ocorreu, na manhã de ontem, na Escola Municipal Padre Francisco Carvalho Moreira, no bairro São Geraldo, na região Leste da capital.

De acordo com o sargento Snaid Santos Coelho, do 16º Batalhão da Polícia Militar, revoltada ao ser chamada pela direção, a auxiliar de serviços gerais Simone Heloísa, de 38 anos, afirmou, na escola, que não iria aceitar que o filho virasse bandido. "Já chega o seu pai ter sido preso. Não vou ter um filho criminoso", teria dito Simone ao filho.

Por conta dos tapas que levou, o adolescente precisou receber atendimento médico. Ele foi levado pelos próprios policiais, juntamente com a mãe, até uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) na região. Depois, ele acabou encaminhado ao Centro de Integração de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional de Belo Horizonte (CIA-BH).

O sargento Coelho contou que a direção da escola chamou a polícia após a professora do menor perceber que ele estava com um revólver calibre 32, com seis cartuchos intactos. O menino, que andava com a arma na cintura, foi levado para a diretoria até a chegada da mãe.

A mulher, que trabalha em uma creche e tem outros quatro filhos, de 7, 9, 10 e 14 anos, contou para a polícia que o adolescente já estava sendo acompanhado pelo Conselho Tutelar, pois não gosta de estudar, mas disse que o jovem nunca se envolveu em confusão.


Arma era para defesa


Para os policiais, o adolescente alegou que havia comprado a arma para se defender de ameaças que estava sofrendo. No entanto, o jovem não explicou quando e como comprou o revólver. A coordenadora do programa Rede Pela Paz, Jaqueline Vilaça, que coordena o programa em 186 escolas municipais, explicou que o caso do menor foi isolado na instituição, que atende 1.071 alunos. (JA)
Fonte: http://www.otempo.com.br/

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